domingo, 29 de agosto de 2010

FACEBOOK - Ana Torrie




inaugura a 7 de setembro 18h
até 30 de setembro
ESPAÇO GESTO - rua cândido dos reis, 64

FACEBOOK
Nuno, Mónica, Carlos, Nuno, Carla, Maria. André, Pedro, Cecília, Ana, Helder, Luís, Ana, Frederico, Angelo, Bruno, Pedro, Adriana, Emanuel, João, Miguel, Alda, Stéfano, Leonor, Cristina, Tierry, Veronika, Inês, Hernani, Basso, Júnior, Paula, Tatiana, Gabriel, Marta, Walter, Alcina, Claudia, Hugo, Mariana, Ivo, Jorge, Lucas, Francisco, Helena, Claudia, Maciek, Paulo, Fátima, Virgínia, Dinis, Marco, Iva, Joana, Helena, Matilde, Inês, Helena, Joana, Alexandre, Rita, João, Maria, Rita, Inês, Cátia, Tiago, Ana, Nuno, Henrique, Susana, Micaela, Sara, Paulo, Catarina, Joana, Miguel, Susana, Maria, Daniela, Evan, Paulo, Marco, Ana , João, António, Ivo, Rui, Carla, Daniel, Teresa, Luís, Ana, Angelo, Angelina, Clara, João, Marco, Diana, Joana, Enano, Flavia, Gustavo, Amélia, Helder, João, Emanuel, José, Marco, João, Eliana, Celine, Graça, Rogério, Lígia, Pascal, Paulo, Pedro, Rui, Sandra, Tânia, Rui, Natacha, João, Paula, Fernando, Rodrigo, Simão, Miguel, Ricardo, Rui, Marco, Nuno, Ana, Pedro, Eurice, Luís, Domingos, João, Sandra, Amélia, Victor, Susana, João, Filipe, Pedro, Edgar.

Ana Torrie
Nasceu no Porto em 1982. Em 1990 ganhou a medalha de prata num concurso de desenho subordinado ao tema “Luta contra a Poluição”. Licenciada em Artes Plásticas – Escultura pela FBAUP. Membro do colectivo artístico “Senhorio” desde 2004, no qual tem participado na produção e publicação de vários fanzines ligados à área do desenho, bd e ilustração: “C(r)oquete”; “Busto”; “Álbum de Família”; “Mister”; “Grande Prémio de Desenho”; “A maldição do Monte da Mina”. Tem desenvolvido nos últimos anos trabalhos na área da Gravura e Ilustração.

terça-feira, 29 de junho de 2010

JUST A GAME - Jan von Holleben



inaugura a 1 de julho 18h
até 30 de julho
ESPAÇO GESTO - rua cândido dos reis, 64

JUST A GAME
A colecção de imagens “Just a game” proporciona um entendimento coerente do trabalho artístico do fotógrafo Jan von Holleben. Pela primeira vez algumas séries dos últimos 10 anos são postas em conjunto e em contexto umas com as outras. Jan von Holleben consegue notoriedade em 2004 com as séries ‘Dreams of Flying’. Essas fotografias asseguraram-lhe uma posição sólida nas práticas visuais contemporâneas e foram publicadas e exibidas no mundo inteiro. Rapidamente outros projectos se lhes seguiram e lançaram o fotógrafo no mundo da arte.
O mundo colorido e poético da imagética e do conto nos seus projectos é fascinante e prende imediatamente o observador. A sua fotografia parece captar uma certa aura mágica. São truques simples que nos levam numa viagem de aventuras e que fazem com que o jogo com a matéria temática funcione. Este jogo versa normalmente sobre um ou outro tópico interessante mas também e sempre sobre a própria fotografia e comunicação visual.
Na sua obra artística, Jan von Holleben contempla o entendimento teórico do ‘homo ludens’. A ideia do ser humano que aprende através do jogo marca o cerne do seu processo de trabalho, bem como as colaborações com artistas de renome e uma vasta gama de instituições artísticas e museus.
‘Agora queremos aprender um com o outro e brincar uns com os outros’ Herman Hesse

Em tempos, eu comandei os mundos. Não apenas um, mas muitos. Comandava-os com espelhos e lentes. Comandava-os com luz e sombra e tempo. Às vezes comandava com um truque do olhar. Através da minha câmara, um cosmos inteiro ganhava forma, e cada mundo dentro dele parecia reger-se por uma certa lógica nada familiar, como uma espécie de mecanismo mágico.
Adoro fotografar.
Adoro os meus amigos.
Adoro maçãs e muesli.
Adoro contar histórias.
Adoro ser Punk.
Adoro ser Cowboy, Tarzan ou Astronauta.
Adoro fazer construções complexas.
Adoro caçar dragões e pirilampos.
Adoro história.
Adoro dançar.
Adoro improvisar.
Adoro madeira.
Adoro azul, vermelho e todos os tons de cor de laranja.
Adoro os limites da fotografia.
Adoro a complexidade da mente.
Adoro ritmos rápidos e latejantes.
Adoro ser frontal.
Adoro ser vulnerável.
Adoro explodir.
Adoro o futuro.
Adoro a magia.
Adoro adorar-vos.
Adoro fotografia.

Jan von Holleben
Nascido em Colónia em 1977 e educado no sudoeste campesino da Alemanha, Jan von Holleben viveu a maior parte da sua juventude numa comuna alternativa e aponta uma forte conexão entre o desenvolvimento do seu trabalho fotográfico e a influência dos seus pais, um cineasta e uma terapeuta de infância. Aos 13 anos, seguiu a carreira fotográfica do pai, pegando numa máquina e fazendo experiências com toda a espécie de “truques mágicos”, desenvolvendo a sua imaginação fotográfica e as suas capacidades, com amigos e familiares, e mais tarde apurando a sua técnica em estabelecimentos comerciais. Depois de prosseguir estudos no ensino de crianças com deficiência na Pädagogische Hochschule em Freiburg, mudou-se para Londres, fez uma licenciatura em Teoria e História da Fotografia no Surrey Institute of Art and Design, e foi absorvido pela cena fotográfica londrina, onde trabalhou como editor de imagem, director artístico e realizador fotográfico. O corpo principal do seu trabalho fotográfico focando o ‘homo ludens’- o homem que aprende brincando – é, ele próprio, construído a partir de uma integração lúdica de teoria pedagógica com experiências lúdicas pessoais e as suas memórias da infância.
O trabalho de Jan von Holleben tem sido exposto internacionalmente e largamente publicado em revistas por todo o mundo. Os seus numerosos livros são já preciosos exemplares de colecção.
Prémios: Lead Award / Idn + graniph Universe Award / Florence Biennale Award for Photography / PX3 Photography Award / Best CP Award / Art for Aid Award / International Photography Award / Young Portfolio Award / Magenta Award / Photoreview Award / Next Level Photographic Award / London Photographic Award / The Observer Hodge Photographic Award

terça-feira, 1 de junho de 2010

SIGNOS #1



Inaugura a 2 Junho 22h
ESPAÇO GESTO - rua cândido dos reis, 64

30 Junho 22h
Discussão
Produção Artística Open Source / Livre HACKLAVIVA

Ana Efe
André Alves
Carla Cruz / Ângelo Ferreira de Sousa
Cristina Mateus
Dinis Santos
Fernando José Pereira
Joana Nascimento
Margarida Paiva
Maria Mire
Max Fernandes
Mónica Faria
Paulo Mendes


SIGNOS #1

Ao longo do trabalho editorial, sensível às expressões plásticas, musicais, literárias, a Gesto Cooperativa Cultural anexa Signos, projecto de índole audiovisual, que entende o instrumento do vídeo como qualitativa representação do espaço e presença dos nossos dias.
Signos faz-se passo primeiro de uma extensa recolha de projectos artísticos videográficos, liberta de constrangimentos temáticos e narrativos específicos. Enamorados e amadores, especialistas e visionários, videastas eleitos por presença do vídeo na sua obra. Signos quer-se indício, signo de edições vindouras que ampliem os trechos para a percepção do vídeo no contexto nacional contem- porâneo.
Tornando-se parte das gramáticas mínimas do entendimento da cultura do novo media e do repertório elementar de criação artística, o Vídeo participa como expressão contemporânea do quotidiano e do criativo. Precisamente nesta partilha entre utensílio das gentes e do criativo, como olhar deitado sobre a presença no mundo, os signos surgem-nos como pontos, mediações, apontamentos. Quali- dades de aceno e de mediação, vezes tantas prisioneiras da escusa que um ecrã traça. Faça-se Signos uma dessas possibilidades de escape às limitações de um apontamento, de uma intercessão entre coisas.